Moisés, Enoque e Elias estão MORTOS!

Precisamos considerar algumas coisas antes de entrarmos direto no assunto. Por meio de Cristo Jesus, Deus concedeu a muitos “um novo nascimento para uma esperança viva… para uma herança incorruptível, e imaculada, e imarcescível… reservada nos céus” (1 Pedro 1:3, 4). O próprio Jesus Cristo foi a primeira pessoa ressuscitada para a plenitude da vida  (Apocalipse 1:5).

Isto é, que o Cristo devia padecer, e sendo o primeiro da ressurreição dentre os mortos, devia anunciar a luz a este povo e aos gentios” (Atos 26:23).

Os registros bíblicos que Enoque não foi achado, porque Deus o levou, não significa que ele foi para o céu. Em vez disso, diz que ele não foi encontrado. O que significa a palavra transladado?    Por mais estranho que possa parecer, nada em toda a Bíblia permite que “transladar” tenha o sentido de “tornar imortal”. A palavra grega original para “traduzir/transladar” é metatithemi, que significa “transportar de um lugar para outro“, alterar, transferir, ou mudar, com o sentido de cambiar”.

Compare a construção do verso chave em Gênesis com outros textos das Escrituras e você  descobrirá que Enoque morreu mesmo: “Andou Enoque com Deus e já não era, pois Deus o levou”, Gênesis 5:24. Atente para a frase “já não era”.

Salmos 37:36: “Mas eu passei, e ele já não era ; procurei-o, Mas não pôde ser encontrado“.

Salmos 39:13 “Poupa-me, até que tome alento, antes que me vá, e não seja mais“.

A palavra hebraica para as frases em itálico são as mesmas no hebraico em Gênesis 5:24. Como nos Salmos, a frase significa que a pessoa “passou” ou que, eventualmente, morreu. Vamos olhar para a mesma frase no livro de Gênesis sobre José e seus irmãos:

Gênesis 42:13: “Eles disseram: Nós, teus servos, somos doze irmãos, filhos de um homem na terra de Canaã; o mais novo está hoje com nosso pai, outro não é “. 

O que eles queriam dizer com “não é”? Veja no próximo versículo, em Gênesis 44:20: “E respondemos a meu senhor: Temos pai já velho e um filho da sua velhice, o mais novo, cujo irmão é morto ; e só ele ficou de sua mãe, e seu pai o ama“. Aqui, os irmãos falam de sua discussão anterior sobre José com Faraó. Quando eles disseram “e um não é” significava que para eles José “está morto”.

Mateus 2:18, “Em Ramá se ouviu uma voz, lamentação e grande pranto: Raquel chorando os seus filhos, e não querendo ser consolada, porque eles já não eram“. Os filhos de Raquel morreram!

O Rabi Rashi (1040-1105), um dos mais respeitados comentaristas e intérpretes das Escrituras entre os sábios judeus, escreveu que Enoque “era justo e inocente em seus pensamentos, não sendo acusado em coisa alguma, por isso apressou-se o [Deus] Eterno, Bendito seja Ele, em removê-lo desta Terra…”.

É óbvio que esta atitude de Deus não pode caracterizar um terrível assassinato, e isto ficou claro no comentário do Rabi Rashi. E ele conclui sobre Enoque: “E esta é a razão de estar escrito em relação a sua morte pois “ele já não era”. Parece que, como se deu no caso do corpo de Moisés, Deus dispôs do corpo de Enoque, pois “não foi achado em parte alguma” (Heb 11:5; Deu 34:5,6).

Veja os detalhes e nomes no texto:

“O verso 4 de hebreus 11 diz: “Pela fé Abel ofereceu a Deus maior sacrifício do que Caim…”.

O verso 5: “Pela fé Enoque foi trasladado para não ver a morte, e não foi achado...”.

Verso 7: “Pela fé Noé, divinamente avisado das coisas que ainda não se viam, temeu e, para salvação da sua família, preparou a arca…”.

O verso 8: “Pela fé Abraão, sendo chamado, obedeceu…”.

O versículo 11: “Pela fé também a mesma Sara recebeu a virtude de conceber…”.

Agora veja o verso 13: “Todos estes morreram na fé…”.

O que o escritor aos Hebreus está afirmando é que “Abel, Enoque, Noé, Abraão e Sara estão mortos: “ TODOS estes morreram!” Inacreditável não é?

Enoque não pode estar no céu com corpo glorificado. E não está mesmo, pois três versículos após é dito sobre eles: “Mas agora desejam uma pátria melhor, isto é, a celestial. Pelo que também Deus não se envergonha deles, de ser chamado seu Deus, porque já lhes preparou uma cidade (Hebreus 11:16). A cidade aqui mencionada é a  Nova Jerusalém que descerá do céu. Alguns versículos depois vem mais uma grande lista de nomes novamente, incluindo o de Moisés. O penúltimo versículo do capítulo diz: “E TODOS ESTES, embora tendo recebido bom testemunho pela fé, contudo não alcançaram a promessa”. Qual promessa? A esperança da vida eterna, que Deus prometeu: “na esperança da vida eterna, a qual Deus, que não pode mentir, prometeu antes dos tempos eternos” (Tito 1:2). É vida eterna para o ser completo, o que ocorre quando ele é ressuscitado dos mortos.

Os profetas antigos não receberam nenhuma promessa de imortalidade antes ou fora de nós. “Provendo Deus alguma coisa melhor a nosso respeito, para que eles sem nós não fossem aperfeiçoados. E nós não receberemos até que Cristo retorne (Hebreus 11:39, 40). Observe que “eles” é uma referência a todos listados em todo o capítulo desde os primeiros versículos. Nessa lista estão: Enoque, Moisés e … Elias também. No verso 32 o escritor diz: “E que mais direi”? Faltar-me-ia o tempo contando de Gideão, e de Baraque, e de Sansão, e de Jefté, e de Davi, e de Samuel e dos profetas”. Elias era um profeta (1 Reis 18:22,36 e 1 Crô 21:12). Note que nos versos 37 e 38, embora não mencione Elias por nome, há certas descrições parecem se referir a ele quando registra sobre os que “andaram vestidos de peles de ovelhas e de cabras, necessitados, aflitos e maltratados, errantes pelos desertos e montes, e pelas covas e cavernas da terra”. Compare com 1 Reis 17:2-6; 19:2-10; 2 Reis 1:18. Em suma: Enoque, Elias e Moisés não estão no céu com seus corpos transformados! 

Elias está no Céu?

A Bíblia diz: “… Elias subiu ao céu (2 Reis 2:11 ).  O texto parece dizer que Elias foi vivo para o trono de Deus. Por outro lado, em João 3:13 está escrito: “Ora, ninguém subiu ao céu, senão o que desceu do céu, o Filho do homem, que está nos céus”. Milhões de cristãos entendem que há aqui uma enorme contradição. Enquanto um texto declara que “Ninguém subiu ao céu” outro texto diz que “Elias subiu ao céu“.

O que aconteceu com Elias?

Comecemos por olhar para o lugar onde Elias foi levado ao céu num redemoinho. O texto de 2 Reis 2:11-12, diz: E aconteceu que, indo eles andando e falando, eis que, apareceu um carro de fogo, com cavalos de fogo, e separou os dois, e Elias subiu ao céu num redemoinho.

O que vendo Eliseu, clamou: Meu pai, meu pai, carros de Israel, e seus cavaleiros. E não o viu mais, e ele pegou suas roupas e as rasgou em duas partes“.

Aqui nestes dois versículos vemos que Elias subiu ao céu num redemoinho. Ele foi arrebatado. Mas, até onde? Isso foi muito parecido com o episódio de Felipe e o Eunuco que não o viu mais. Felipe desapareceu do criado da rainha de Candace e se viu em Azoto: “E, quando saíram da água, o Espírito do Senhor arrebatou a Filipe, e não o viu mais o eunuco; e, jubiloso, continuou o seu caminho. E Filipe se achou em Azoto e, indo passando, anunciava o evangelho em todas as cidades, até que chegou a Cesaréia”, Atos 8:39. 40.

Elias não foi levado para o céu do trono de Deus, onde Deus está assentado. Tudo o que sabemos com certeza é que Elias foi levado para o céu (para o alto) num redemoinho. Isso significa simplesmente que Elias foi levado para o céu até que ele saiu da vista de Eliseu e os outros que estavam assistindo a certa distância, e Elias não foi visto mais por Eliseu. Em outras palavras, Elias foi levado para outro lugar, assim como Felipe e Ezequiel. No caso de Felipe não devemos acreditar que o eunuco não o viu mais porque Filipe foi arrebatado para o céu sem morrer e nunca mais foi visto.

Se examinarmos todo o contexto de 2 Reis 2:11, 12 descobriremos que Elias pode ter sido transferido por Deus para outro lugar. Deus já havia alertado Elias antes sobre esconder-se nos momentos de perigo. E numa ocasião nós podemos ver um profeta garantindo que Deus também arrebatava Elias de um lugar para o outro desaparecendo com ele. Isso já havia acontecido antes, e alguns sabiam.

Tudo tem início em 1 Reis 17:1-3 no famoso episódio onde Deus retém a chuva por três anos e meio. Elias desafia o rei Acabe dizendo que não choveria sobre a terra. Em seguida Deus diz a Elias para se esconder:

Então Elias, o tisbita, dos moradores de Gileade, disse a Acabe: Vive o SENHOR Deus de Israel, perante cuja face estou, que nestes anos nem orvalho nem chuva haverá, senão segundo a minha palavra. Depois veio a ele a palavra do Senhor, dizendo: Retira-te daqui, e vai para o oriente, e esconde-te junto ao ribeiro de Querite, que está diante do Jordão”.

Agora, por favor, observe que na história narrada em  Reis 18:1-18, quando Deus manda Elias ir apresentar-se ao rei Acabe após a seca, há um acontecimento interessante que aparece nos versículos de 7 a 12 no encontro entre Elias e o profeta Obadias. 

Estando, pois, Obadias já em caminho, eis que Elias o encontrou; e Obadias, reconhecendo-o, prostrou-se sobre o seu rosto, e disse: És tu o meu senhor Elias?

E disse-lhe ele: Eu sou; vai, e dize a teu senhor: Eis que Elias está aqui.

Porém ele disse: Em que pequei, para que entregues a teu servo na mão de Acabe, para que me mate?

Vive o SENHOR teu Deus, que não houve nação nem reino aonde o meu senhor não mandasse em busca de ti; e dizendo eles: Aqui não está, então fazia jurar os reinos e nações, que não te haviam achado.

E agora dizes tu: Vai, dize a teu senhor: Eis que aqui está Elias.

E poderia ser que, apartando-me eu de ti, o Espírito do Senhor te tomasse, não sei para onde, e, vindo eu a dar as novas a Acabe, e não te achando ele, me mataria; porém eu, teu servo, temo ao Senhor desde a minha mocidade”.

Era notório entre os profetas que o Senhor transladava Elias. Certamente nesses anos de fuga Elias se movimentava segundo as instruções do Senhor. Elias foi visto por outros, mas sempre que ele foi procurado pelo rei Acabe ele desaparecia e, em muitas ocasiões Deus o transladava, como dito pelo profeta Obadias. Obadias com certeza acreditava que se virasse as costas para Elias e fosse falar com Acabe que Elias estava ali “o Espirito do Senhor poderia levar Elias para longe, não se sabe para onde”.  Veja novamente um detalhe no episódio de Felipe e compare: “… o Espírito do Senhor arrebatou a Filipe … e se achou em Azoto“.

Há alguns detalhes aqui no texto que nos revelam que Elias foi transladado muitas vezes. Leia atentamente o versículo 10 “… Vive o SENHOR teu Deus, que não houve nação nem reino aonde o meu senhor não mandasse em busca de ti; e dizendo eles: Aqui não está, então fazia jurar os reinos e nações, que não te haviam achado“. Sempre que os inimigos de Deus viam Elias, e depois dos relatos de avistamentos do mesmo, não havia possibilidade de encontra-lo porque ele desaparecia. É evidente que Elias tinha o hábito de “desaparecer”, e era conhecido entre o povo de Deus que o Senhor fazia isso (v.12).

A compreensão de Obadias foi que Elias sempre era “levado” quando sua vida corria perigo. Sempre que os homens do rei estavam perto de apanhá-lo, Deus o transferia para outro lugar, longe do perigo iminente. Elias aparecia em alguma outra cidade para testemunhar para o Senhor até que o tempo “desgastava suas boas-vindas” novamente. O conhecimento deste fenômeno foi generalizado entre os filhos de Deus.

Agora vamos ler o contexto imediato antes de Elias ter sido arrebatado ao céu num redemoinho. Note os detalhes em itálico. 2 Reis 2:1-18, diz:

Sucedeu que, quando o SENHOR estava para elevar a Elias num redemoinho ao céu, Elias partiu de Gilgal com Eliseu.

E disse Elias a Eliseu: Fica-te aqui, porque o Senhor me enviou a Betel. Porém Eliseu disse: Vive o Senhor, e vive a tua alma, que não te deixarei. E assim foram a Betel.

Então os filhos dos profetas que estavam em Betel saíram ao encontro de Eliseu, e lhe disseram: Sabes que o SENHOR hoje tomará o teu senhor por sobre a tua cabeça? E ele disse: Também eu bem o sei; calai-vos.

E Elias lhe disse: Eliseu, fica-te aqui, porque o Senhor me enviou a Jericó. Porém ele disse: Vive o Senhor, e vive a tua alma, que não te deixarei. E assim foram a Jericó.

Então os filhos dos profetas que estavam em Jericó se chegaram a Eliseu, e lhe disseram: Sabes que o SENHOR hoje tomará o teu senhor por sobre a tua cabeça? E ele disse: Também eu bem o sei; calai-vos.

E Elias disse: Fica-te aqui, porque o Senhor me enviou ao Jordão. Mas ele disse: Vive o Senhor, e vive a tua alma, que não te deixarei. E assim ambos foram juntos.

E foram cinquenta homens dos filhos dos profetas, e pararam defronte deles, de longe: e assim ambos pararam junto ao Jordão.

Então Elias tomou a sua capa e a dobrou, e feriu as águas, as quais se dividiram para os dois lados; e passaram ambos em seco.

Sucedeu que, havendo eles passado, Elias disse a Eliseu: Pede-me o que queres que te faça, antes que seja tomado de ti. E disse Eliseu: Peço-te que haja porção dobrada de teu espírito sobre mim.

E disse: Coisa difícil pediste; se me vires quando for tomado de ti, assim se te fará, porém, se não, não se fará.

E sucedeu que, indo eles andando e falando, eis que um carro de fogo, com cavalos de fogo, os separou um do outro; e Elias subiu ao céu num redemoinho.

O que vendo Eliseu, clamou: Meu pai, meu pai, carros de Israel, e seus cavaleiros! E nunca mais o viu; e, pegando as suas vestes, rasgou-as em duas partes.

Também levantou a capa de Elias, que dele caíra; e, voltando-se, parou à margem do Jordão.

E tomou a capa de Elias, que dele caíra, e feriu as águas, e disse: Onde está o Senhor Deus de Elias? Quando feriu as águas elas se dividiram de um ao outro lado; e Eliseu passou.

Vendo-o, pois, os filhos dos profetas que estavam defronte em Jericó, disseram: O espírito de Elias repousa sobre Eliseu. E vieram-lhe ao encontro, e se prostraram diante dele em terra.

E disseram-lhe: Eis que agora entre os teus servos há cinquenta homens valentes; ora deixa-os ir para buscar a teu senhor; pode ser que o elevasse o Espírito do SENHOR e o lançasse em algum dos montes, ou em algum dos vales. Porém ele disse: Não os envieis.

Mas eles insistiram com ele, até que, constrangido, disse-lhes: Enviai. E enviaram cinquenta homens, que o buscaram três dias, porém não o acharam.

Então voltaram para ele, pois ficara em Jericó; e disse-lhes: Eu não vos disse que não fôsseis?”

Perceberam como Deus enviava Elias de um lugar a outro para fazer tua obra, mostrando assim a necessidade de mantê-lo bem vivo e ativo NA TERRA, e como era também conhecido dos filhos dos profetas que Deus transladava Elias de tempos em tempos? 

Mas, o que o texto quer revelar com a expressão “tomar o teu senhor por sobre a tua cabeça?” Evidente que milhões entendem que seja “subir para cima”, ou no linguajar mais popular, “hoje Elias vai para o céu”. Nada parecido com isso. A tradução de Smith e Goodspeed diz, “Você sabe que hoje o Senhor está prestes a tirar o seu mestre de ser seu líder? “

Disse-me mais: Filho do homem, recebe no teu coração todas as minhas palavras que te hei de dizer, e ouve-as com os teus ouvidos.

Eia, pois, vai aos do cativeiro, aos filhos do teu povo, e lhes falarás e lhes dirás: Assim diz o Senhor Deus, quer ouçam quer deixem de ouvir.

E levantou-me o espírito, e ouvi por detrás de mim uma voz de grande estrondo, que dizia: Bendita seja a glória do Senhor, desde o seu lugar.

E ouvi o ruído das asas dos seres viventes, que tocavam umas nas outras, e o ruído das rodas defronte deles, e o sonido de um grande estrondo. 

Então o espírito me levantou, e me levou; e eu me fui amargurado, na indignação do meu espírito; porém a mão do Senhor era forte sobre mim.

E fui a Tel-Abibe, aos do cativeiro, que moravam junto ao rio Quebar, e eu morava onde eles moravam; e fiquei ali sete dias, pasmado no meio deles“.

Até mesmo no “Novo Testamento” encontramos relatos de milagres assim, como já vimos. Além do arrebatamento de Felipe podemos citar um fato semelhante ocorrido com Jesus, e de como ele foi transportado de um lugar a outro pelo próprio diabo. Vejam que assustador. Observem o que o “deus” deste século fez com nosso Senhor: “Então o Diabo o levou à cidade santa, colocou-o sobre o pináculo do templo” Mateus 4:5.

Novamente o Diabo o levou a um monte muito alto; e mostrou-lhe todos os reinos do mundo, e a glória deles”, Mateus 4:8. Portanto, não seria incomum Elias ser transportado de um local até outro através do poder de Deus.

Outra evidência de que Elias não foi arrebatado ao céu e lá ficou pode ser encontrada em um registro que envolve o rei  Jeosafá. Jeosafá ainda está vivo depois do tradicional arrebatamento de Elias. Ele pede um profeta e quem se apresenta é Eliseu:

Perguntou, porém, Jeosafá: Não há aqui algum profeta do Senhor por quem consultemos ao Senhor? Então respondeu um dos servos do rei de Israel, e disse: Aqui está Eliseu, filho de Safate, que deitava água sobre as mãos de Elias” 2 Reis 3:11. O registro da subida de Elias está no capítulo anterior. Mas não para aqui, pois Elias é visto ainda em atividade depois da morte do rei Jeosafá.

Vamos aos fatos: Elias subiu ao céu num redemoinho em 2 Reis capítulo 2. Seis capítulos depois,  em  2 Reis capítulo 8, é dito que Jeorão, filho de Jeosafá, reina com o pai como rei de Judá, o reino do sul.

Por favor, leia 2 Reis 8:16-24:

16 “E no ano quinto de Jorão, filho de Acabe, rei de Israel, reinando ainda Jeosafá em Judá, começou a reinar Jeorão, filho de Jeosafá, rei de Judá.

17 Era ele da idade de trinta e dois anos quando começou a reinar, e oito anos reinou em Jerusalém.

18 E andou no caminho dos reis de Israel, como também fizeram os da casa de Acabe, porque tinha por mulher a filha de Acabe, e fez o que era mal aos olhos do Senhor.

19 Porém o Senhor não quis destruir a Judá por amor de Davi, seu servo, como lhe tinha falado que lhe daria, para sempre, uma lâmpada, a ele e a seus filhos.

20 Nos seus dias se rebelaram os edomitas, contra o mando de Judá, e puseram sobre si um rei.

21 Por isso Jeorão passou a Zair, e todos os carros com ele; e ele se levantou de noite, e feriu os edomitas que estavam ao redor dele, e os capitães dos carros; e o povo foi para as suas tendas.

22 Todavia os edomitas ficaram rebeldes, contra o mando de Judá, até ao dia de hoje; então, no mesmo tempo, Libna também se rebelou.

23 O mais dos atos de Jeorão, e tudo quanto fez, porventura não está escrito no livro das crônicas de Judá?

24 E Jeorão dormiu com seus pais, e foi sepultado com seus pais na cidade de Davi; e Acazias, seu filho, reinou em seu lugar”.

Esse capítulo de 2 Reis 8 não registra a morte de Jeosafá, mas diz que Jeorão “dormiu com seus pais, e foi sepultado com seus pais”. Isso indica que em algum ponto na narrativa Jeosafá morre. Onde Jeosafá morre nessa sequência?  Observe que ele ainda está vivo no verso 1: “reinando ainda Jeosafá em Judá, começou a reinar Jeorão, filho de Jeosafá”. Os dois, pai e filho, reinaram juntos por um tempo. Podemos ver a mesma sequência registrada em 2 Crônicas 21 onde menciona a morte dos dois reis, nos dando mais detalhes. Esse é o texto que envolve Elias. Ele aparece após a morte do Rei Jeosafá e antes da morte de seu filho Jeorão.

Leia o texto com a omissão dos versos de 2 a 4 para posicionar o contexto dentro da história narrada acima. Há uma sequência onde os versículos são idênticos aos de 2 Reis 8, pois são fatos da mesma história como visto no verso 23: “O mais dos atos de Jeorão, e tudo quanto fez, porventura não está escrito no livro das crônicas de Judá?”. E de fato, o capítulo 21 de 2 Crônicas nos trás “mais” dos atos de Jeorão, e de “tudo” quanto fez:

Depois Jeosafá dormiu com seus pais, e foi sepultado junto a eles na cidade de Davi; e Jeorão, seu filho, reinou em seu lugar.

Da idade de trinta e dois anos era Jeorão, quando começou a reinar; e reinou oito anos em Jerusalém. Esse é o mesmo verso 17 de 2 Reis 8 citado acima

E andou no caminho dos reis de Israel, como fazia a casa de Acabe; porque tinha a filha de Acabe por mulher; e fazia o que era mau aos olhos do Senhor. O verso 18 de 2 reis 8

Porém o Senhor não quis destruir a casa de Davi, em atenção à aliança que tinha feito com Davi; e porque também tinha falado que lhe daria por todos os dias uma lâmpada, a ele e a seus filhos. Aqui o verso 19

Nos seus dias se revoltaram os edomitas contra o mando de Judá, e constituíram para si um rei. Esse é o verso 20 de 2 Reis 8.

Por isso Jeorão passou adiante com os seus príncipes, e todos os carros com ele; levantou-se de noite, e feriu aos edomeus, que o tinham cercado, como também aos capitães dos carros. O verso 21

Todavia os edomitas se revoltaram contra o mando de Judá até ao dia de hoje; então no mesmo tempo Libna se revoltou contra o seu mando; porque deixara ao Senhor Deus de seus pais. O verso 22.

Aqui a historia continua com mais detalhes, que foram omitidos em 2 Reis 8. O verso imediato segue dizendo:

Ele também fez altos nos montes de Judá; e fez com que se corrompessem os moradores de Jerusalém, e até a Judá impeliu a isso.

Então lhe veio um escrito da parte de Elias, o profeta, que dizia: Assim diz o Senhor Deus de Davi teu pai: Porquanto não andaste nos caminhos de Jeosafá, teu pai, e nos caminhos de Asa, rei de Judá,

Mas andaste no caminho dos reis de Israel, e fizeste prostituir a Judá e aos moradores de Jerusalém, segundo a prostituição da casa de Acabe, e também mataste a teus irmãos da casa de teu pai, melhores do que tu;

Eis que o Senhor ferirá com um grande flagelo ao teu povo, aos teus filhos, às tuas mulheres e a todas as tuas fazendas.

Tu também terás grande enfermidade por causa de uma doença em tuas entranhas, até que elas saiam, de dia em dia, por causa do mal.

Despertou, pois, o Senhor, contra Jeorão o espírito dos filisteus e dos árabes, que estavam do lado dos etíopes.

Estes subiram a Judá, e deram sobre ela, e levaram todos os bens que se achou na casa do rei, como também a seus filhos e a suas mulheres; de modo que não lhe deixaram filho algum, senão a Jeoacaz, o mais moço de seus filhos.

E depois de tudo isto o Senhor o feriu nas suas entranhas com uma enfermidade incurável.

E sucedeu que, depois de muito tempo, ao fim de dois anos, saíram-lhe as entranhas por causa da doença; e morreu daquela grave enfermidade; e o seu povo não lhe queimou aroma como queimara a seus pais.

Era da idade de trinta e dois anos quando começou a reinar, e reinou oito anos em Jerusalém; e foi sem deixar de si saudades; e sepultaram-no na cidade de Davi, porém não nos sepulcros dos reis”.

Basta apenas ser honesto com a interpretação das Escrituras para perceber que Elias escreveu uma carta ao rei Jorão, rei de Judá, depois que foi supostamente transportado aos céus. Isso prova que Elias não subiu ao céu em uma carruagem de fogo e lá está até hoje, como alguns dogmaticamente ensinam, mas foi transportado para outro lugar na terra.

A Carta

Vamos nos ater ao contexto dessa carta aqui: “… Então lhe veio (a Jeorão) uma carta da parte de Elias, o profeta, que dizia: Assim diz o Senhor, Deus de Davi teu pai: Porquanto não andaste nos caminhos de Jeosafá, teu pai, e nos caminhos de Asa, rei de Judá.

Mas andaste no caminho dos reis de Israel e induziste Judá e os habitantes de Jerusalém a idolatria semelhante à idolatria da casa de Acabe, e também mataste teus irmãos, da casa de teu pai, os quais eram melhores do que tu.

Eis que o Senhor ferirá com uma grande praga o teu povo, os teus filhos, as tuas mulheres e toda a tua fazenda;

E tu terás uma grave enfermidade; a saber, um mal nas tuas entranhas, ate que elas saiam, de dia em dia, por causa do mal” 2 Crônicas 21:1,15.

A partir do texto da carta fica claro que Elias a escreveu depois que esses eventos ocorreram, pois ele fala deles como eventos passados ​​e da doença como evento futuro. Dois anos depois que o rei ficou doente, ele morreu. A existência da carta prova, não só que Elias estava na terra, mas também acompanhava o desenrolar dos fatos.

A carta que tinha sido entregue foi reconhecida como sua – provando que ele era conhecido por estar vivo em algum lugar. Lembrando que Jeorão assumiu definitivamente o trono depois de Josafá. Quando Elias “subiu”, Josafá ainda reinava. Esse intervalo de tempo entre a “subida” de Elias e a carta deve ser acrescentado ao tempo de reinado de Jeorão, que foi de oito anos (2 Cr 21:5). 

Elias não foi arrebatado ou transladado, mas sim transportado para uma região segura. Por esse motivo ele não se apresentou ao rei Jeorão, mas se comunicou por carta. Elias passou sua vida inteira sendo perseguido ferozmente e, como sempre, mais uma vez estava escondido. Deus chegava a alimentar Elias milagrosamente para que ele não precisasse se expor e ser descoberto enquanto ficava escondido de seus inimigos.  Quando isso ocorreu novamente no caso em 2 Reis 2:11, 16, Eliseu, sendo obediente aprendiz de Elias, sabia que não adiantaria e que não deveria ir procurá-lo.

Para onde Elias foi transportado? Para algum lugar no Reino do Sul. Ele era profeta no Reino do Norte (Israel) e foi transportado por Deus para ser profeta no Reino do Sul (Judá). Por isso profetizou contra o rei de Judá (Jeorão). Quanto tempo ele viveu, a Bíblia não revela. Certamente Elias morreu pouco mais tarde.

Todos os seres humanos nascidos de Adão, e isso inclui Elias, devem morrer – pois lemos: “Em Adão todos morrem” (I Coríntios 15:22). Elias era um homem “sujeito a paixões como nós” (Tiago 5:17) – sujeito à natureza humana e à morte e, em sendo ele carne mortal como somos, morreu. Ele é certamente um dos “profetas” (Hebreus 11:32) que morreu na fé ainda não tendo recebido a promessa (versículos 13 e 39).

Elias morreu e aguarda a ressurreição dos justos. Veja o que os judeus dizem a Jesus: “Disseram-lhe os judeus: Agora sabemos que tens demônios. Abraão morreu, e também os profetas; e tu dizes: Se alguém guardar a minha palavra, nunca provará a morte! Porventura és tu maior do que nosso pai Abraão, que morreu? Também OS PROFETAS MORRERAM; quem pretendes tu ser?” João 8:52, 53.

Os judeus sabiam que Elias havia morrido. O próprio Pedro confirma a morte de muitos: “os pais dormiram” (2 Pe. 3:4). Aqueles que “dormem” confiando em Cristo “já morreram”, diz Paulo (1 Cor. 15:18). A imortalidade espera o despertar do nosso corpo na volta de Cristo (1 Coríntios 15:51-54; 1 Tessalonicenses 4:13-17; João 5:29), não antes.  Ninguém que confiou em Deus, antes ou depois de Cristo foi despertado. Nenhum foi removido para o céu com seu corpo transformado e feito imortal. Ninguém, mas apenas Cristo subiu ao céu.

Elias e Enoque, junto com outros, estão no túmulo esperando a ação do Senhor Jesus Cristo em colocar seus inimigos sob seus pés para destruí-los (Atos 2:29). O glorioso Cristo entronizado então ressuscitará esses homens fiéis dentre os mortos, tornando-os “príncipes” em toda a terra. (Sal. 45:16; Apocalipse 20:11-13). O último inimigo a ser vencido é a morte. Isso foi dito por Paulo depois da ressurreição do Senhor Jesus, indicando que a ressurreição para a vida eterna, que ainda não ocorreu, é o triunfo sobre a morte. 

Com relação aos registros da transfiguração, onde o texto parece dizer que Moisés e Elias conversavam com o Senhor Jesus, devo dizer que há algumas fontes interessantes afirmando a ausência de Elias e Moisés da cena. Afirmações de que eles jamais estiveram naquele monte não são poucas. Infelizmente  milhões aceitam sem questionar, e nem mesmo se perguntam  como os discípulos foram capazes de discernir que se tratava de Moisés e Elias que estavam conversando com Jesus, considerando o fato de que eles caminharam na terra muito antes deles – de Pedro, Tiago e João terem nascido. E Moisés e Elias estavam vivos e falando!  

Uma pista importante podemos encontrar numa das cartas de Pedro, que ao falar do episódio da transfiguração omite a presença de Moisés e Elias. Veja:

Porque não vos fizemos saber a virtude e a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo, seguindo fábulas artificialmente compostas; mas nós mesmos vimos a sua majestade.

Porquanto ele recebeu de Deus Pai honra e glória, quando da magnífica glória lhe foi dirigida a seguinte voz: Este é o meu Filho amado, em quem me tenho comprazido.

E ouvimos esta voz dirigida do céu, estando nós com ele no monte santo”.

No último versículo ele diz claramente que Elias e Moisés não estavam lá: “estando nós com ele no monte santo”. Isso é muito sério. Ninguém omitiria a presença dos dois profetas mais famosos do Velho Testamento daquele acontecimento, muito menos o JUDEU Pedro. Nada mais foi dito, muito menos por João que estava na cena. Como João pôde omitir do Evangelho que leva seu nome tão espetacular momento? 

Eu vou trazer um artigo sobre o que aconteceu no Monte da Transfiguração, mas somente ano que vem.

Judas 9 “Mas quando o arcanjo Miguel, discutindo com o Diabo, disputava a respeito do corpo de Moisés, não ousou pronunciar contra ele juízo de maldição, mas disse: O Senhor te repreenda”.

Muitos têm entendido que este versículo deixa claro que o diabo e Miguel tiveram uma disputa pelo cadáver de Moisés. Soma-se a isso o fato da Escritura indicar que Moisés despareceu de forma misteriosa, e que o próprio Deus o havia sepultado em lugar secreto.

Deuteronômio 34. 1 – 5, diz: “Então subiu Moisés das planícies de Moabe ao monte Nebo, ao cume de Pisga, que está defronte de Jericó; e o Senhor mostrou-lhe toda a terra desde Gileade até Dã.

Todo o Naftali, a terra de Efraim e Manassés, toda a terra de Judá, até o mar ocidental, o Negebe, e a planície do vale de Jericó, a cidade das palmeiras, até Zoar.

E disse-lhe o Senhor: Esta é a terra que prometi com juramento a Abraão, a Isaque e a Jacó, dizendo: ë tua descendência a darei. Eu te fiz vê-la com os teus olhos, porém para lá não passarás.

Assim Moisés, servo do Senhor, morreu ali na terra de Moabe, conforme o dito do Senhor, que o sepultou no vale, na terra de Moabe, defronte de Bete-Peor; e ninguém soube até hoje o lugar da sua sepultura”.

Talvez por causa da maneira altamente incomum sobre o sepultamento de Moisés registrados em Deuteronômio, muitos têm entendido Judas 9 como uma referência a uma disputa sobre o cadáver de Moisés. No entanto, vendo Judas 9 como uma referência a Moisés, ao corpo físico, suscita muitas interrogações. Não há provas noutros locais da Escritura de uma disputa sobre o cadáver de Moisés, e não está claro por que o diabo queria se apossar do corpo de Moisés.

A chave para a compreensão de Judas 9 é reconhecer que as vezes se usa o termo “O corpo de”, para descrever uma determinada igreja. Neste atual dispensação da graça, Paulo refere-se à igreja como o corpo de Cristo (1 Cor 12:27; Ef 4:12; Col 1:24).

Entendendo que os santos que viveram antes da crucificação não tinham uma compreensão clara da cruz (Lucas 18:31-34, Marcos 9:30-32), seria estranho usar este termo para se referir a Igreja no Antigo Testamento. No entanto, faria sentido usar o termo, o corpo de Moisés, desde o Antigo Testamento, para que os santos do Novo Testamento pudessem compreender quem era Moisés.

Considere o seguinte: o crente espiritual é batizado hoje no “corpo de Cristo”, como diz 1 Cor 12:13: “Pois em um só Espírito fomos todos nós batizados em um só corpo, quer judeus, quer gregos, quer escravos quer livres; e a todos nós foi dado beber de um só Espírito.

Vemos em Efésios 4:4 que existe um batismo. Se refere aos batizados na igreja, o corpo de Cristo (1 Cor 12:13), que é a mesma coisa que ser batizado “em Jesus Cristo” (Rm 6:3).

Observe como a Escritura descreve o batismo em Moisés em 1 Cor 10:1, 2: Pois não quero, irmãos, que ignoreis que nossos pais estiveram todos debaixo da nuvem, e todos passaram pelo mar; e, na nuvem e no mar, todos foram batizados em Moisés.

Quando os santos durante o tempo de Moisés eram “batizados em Moisés,” sabemos por 1 Corintios 12:13 e Romanos 6:3 que o significado é que eles eram batizados na igreja/congregação (Atos 7:37,38) daqueles dias, o que Judas 9 chama de “o corpo de Moisés”. Da mesma forma, Hebreus 3 deixa claro que Moisés pode ser usado como uma referência à casa, isto é, a “Igreja” que Deus estava construindo no Antigo Testamento.

Hebreus 3:1, 3 Pelo que, santos irmãos, participantes da vocação celestial, considerai o Apóstolo e Sumo Sacerdote da nossa confissão, Jesus, como ele foi fiel ao que o constituiu, assim como também o foi Moisés em toda a casa de Deus. Pois ele é tido por digno de tanto maior glória do que Moisés, quanto maior honra do que a casa tem aquele que a edificou.

Em suma, o corpo de Moisés em Judas 9 é uma referência no Antigo Testamento para o corpo de fiéis assim como a igreja de hoje é chamada de o corpo de Cristo. Com esse entendimento é fácil compreender a verdadeira disputa entre Miguel e o diabo. E Miguel tem a responsabilidade de servir como o grande príncipe que defende Israel:

Dan 12:1 Naquele tempo se levantará Miguel, o grande príncipe, que se levanta a favor dos filhos do teu povo; e haverá um tempo de tribulação, qual nunca houve, desde que existiu nação até aquele tempo; mas naquele tempo livrar-se-á o teu povo, todo aquele que for achado escrito no livro.

Repare nessa passagem das Escrituras, onde trata mais extensamente sobre o conflito entre Miguel e o diabo. Apocalipse 12:7-10, diz: “Então houve guerra no céu: Miguel e os seus anjos batalhavam contra o dragão. E o dragão e os seus anjos batalhavam, mas não prevaleceram, nem mais o seu lugar se achou no céuE foi precipitado o grande dragão, a antiga serpente, que se chama o Diabo e Satanás, que engana todo o mundo; foi precipitado na terra, e os seus anjos foram precipitados com ele”.

Enquanto a Miguel foi dada a missão de defender Israel, o diabo estava constantemente acusando Israel. Assim, parece não surpreender que o diabo e Miguel tivessem uma disputa entre eles. Portanto, o argumento não é quanto ao cadáver de Moisés, mas as intermináveis denúncias contra Israel, o corpo de Moisés, que eram feitas pelo diabo.

Enquanto os tradicionalistas interpretarem a Bíblia ao pé da letra, sempre existirão interpretações equivocadíssimas. Este é um dos muitíssimos exemplos.

Deus seja louvado

 

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